Vinte anos depois, um grupo de organizações sociais da Amazônia organiza o 2º Encontro Nacional dos Povos da Floresta. O primeiro encontro, em 1987, foi presidido por Chico Mendes. O líder seringueiro seria assassinado em novembro do ano seguinte. Os 20 anos de intervalo entre um encontro e outro foram provocado pela falta de união dos povos da floresta em torno de objetivos comuns, segundo coordenadores do encontro.
- No momento em que comunidade internacional coloca o clima em discussão, resolvemos atuar novamente juntos -, afirma Alberto Cantanhêde, do Grupo de Trabalho Amazônico (GTA).
- Vamos discutir a compensação ambiental para populações que preservam as florestas -, afirma o vice-presidente do Conselho Nacional dos Seringueiros (CNS), Júlio Barbosa de Aquino.
A segunda edição do encontro ocorre em setembro deste ano. Mas o lançamento do encontro será feito nesta treça-feira, em Brasília. O encontro é organizado pela Aliança dos Povos da Floresta, formada pela Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab), o Conselho Nacional dos Seringueiros (CNS), e o Grupo de Trabalho Amazônico (GTA).
Mudanças climáticas fazem povos da floresta reunirem-se 20 anos depois
Vinte anos depois, um grupo de organizações sociais da Amazônia organiza o 2º Encontro Nacional dos Povos da Floresta. O primeiro encontro, em 1987, foi presidido por Chico Mendes. O líder seringueiro seria assassinado em novembro do ano seguinte. Os 20 anos de intervalo entre um encontro e outro foram provocado pela falta de união dos povos da floresta em torno de objetivos comuns, segundo coordenadores do encontro. (Leia Mais)
Segunda, 18 de Junho de 2007 às 15:56, por: CdB