Segunda, 02 de Setembro de 2013 às 07:31, por: CdB
Cerca de 1.050 famílias ocuparam quatro fazendas no interior de São Paulo e uma área urbana na Grande São Paulo na sexta e no sábado.
Cerca de 1.050 famílias ocuparam quatro fazendas no interior de São Paulo e uma área urbana na Grande São Paulo na sexta e no sábado. As ações fazem parte das mobilizações nacional puxada pelas centrais sindicais. Mais de 1.500 integrantes do Movimentos dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) realizaram diversas ações no Estado do Paraná.
No município de Cascavel (PR), 400 pessoas realizaram ação em alguns pontos de pedágios, iniciada. Já em Jardim Alegre, 250 militantes trancaram a cada 1h30 a rodovia, onde também pretendem ficar até às 16h.
Em Maringá, também no Paraná, outras 500 pessoas do MST, centrais sindicais, movimento por moradia, e partido de esquerda marcharam pela cidade. Na mesma região, militantes do MST fecharam a praça de pedágio em Presidente Castelo Branco.
Cerca de 60 militantes Sem Terra da Lapa participaram de ação junto às centrais sindicais em Araucária e em Curitiba.
As áreas que foram alvo em São Paulo foram a fazenda São João, em Sud Menucci (614 km de São Paulo), e a Santa Cecília, em Araçatuba (530 km da capital).
No sábado, foi a vez da Martinópolis, em Serrana (315 km de São Paulo), e da São José, em Penápolis (491 km de São Paulo). Segundo os sem-terra, somente a Santa Cecília, do empresário Oscar Maroni, não é improdutiva. Mas foi ocupada para chamar a atenção sobre a necessidade da reforma agrária.
Ainda no sábado, o MST entrou em um terreno no bairro Bela Vista, em Itapevi, na Grande São Paulo. A área já havia sido desocupada em maio.
Jornada Nacional
No dia 30 de agosto as centrais sindicais e os movimentos sociais realizaram mais um dia de mobilizações e paralisações em todo país. Entre as pautas está a luta pelo fim do fator previdenciário; contra o Projeto de Lei 4330/04 (PL) da terceirização; redução da jornada para 40 horas sem redução salarial; reforma agrária; valorização das aposentadorias; 10% do PIB para a educação; 10% do orçamento da União para a saúde; transporte público de qualidade; e suspensão dos leilões de petróleo.
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