O Ministério Público do Trabalho e o Grupo de Combate ao Trabalho Escravo flagraram, no Sudoeste de Goiás, 68 cortadores de cana dormindo no chão, em alojamentos precários, sem água potável ou alimentação adequada. Para os promotores, a situação deles caracterizava trabalho escravo.
O flagrante ocorreu na terça-feira e os trabalhadores, que foram recrutados no Maranhão, ainda aguardam nesta quinta-feira o pagamento de verbas rescisórias, conforme foi determinado pelos promotores.
Os donos da usina de álcool, que ainda não está em funcionamento, alegam que a contratação foi terceirizada e que não tinham conhecimento da situação dos trabalhadores.
MP liberta 68 trabalhadores escravos em Goiás
Quinta, 19 de Abril de 2007 às 14:55, por: CdB