Rio de Janeiro, 16 de Maio de 2026

Motoristas profissionais são obrigados a fazer teste psicológico

Segunda, 25 de Julho de 2005 às 07:24, por: CdB

Motoristas profissionais - de ônibus, vans, táxis, caminhões, carretas, transporte escolar e motoboys, entre outros - serão obrigados a fazer, a partir desta terça-feira, teste psicológico na renovação da carteira de habilitação. No Estado do Rio, há um milhão de motoristas profissionais. O exame psicológico é que vai atestar a aptidão do condutor para exercer trabalho remunerado. Será registrado no novo documento que o portador está apto a exercer atividade remunerada.

Cerca de 200 mil portadores de carteiras C, D e E (condutores de veículo de transporte coletivo de passageiros - ônibus e vans -, de veículos de emergência - ambulância, bombeiros e batedores - e de transporte de produtos perigosos) também terão de fazer curso de especialização na área em que atuam. São 50 horas/aula. Nos próximos dias, será publicada portaria do Detran dando prazo de 180 dias para os motoristas que não têm curso de especialização se adequarem à nova regra. A especialização tem validade de cinco anos. Após este período, terão que fazer atualização na mesma área. São 16 horas/aula. A formação no curso será registrada na carteira.

Antes do curso, a especialização poderá ser comprovada com outra carteira. O Detran estuda a possibilidade de obrigar os motoristas a fazer a renovação da carteira após terminar o curso de especialização. ]

Taxistas e motoboys não precisam fazer curso de especialização. O Detran poderá aceitar o curso de transporte alternativo para os motoristas de vans em vez da especialização em veículos de transporte coletivo de passageiros.

As novidades foram instituídas pela Resolução 168 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) que determina ainda teste de baliza na prova prática para mudança de categoria da habilitação. Mais informações poderão ser obtidas no site do Detran (www.detran.rj.gov.br).

Na sexta-feira, houve o primeiro teste prático com baliza de ônibus, caminhões e carreta. Dos 68 candidatos, 25% foram reprovados.

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