Mortes por acidentes com motocicletas param de crescer em SP
As mortes em acidentes com motocicleta no Estado de São Paulo pararam de crescer em 2009. Isso é o que apontou uma pesquisa da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados. Depois de seis anos crescendo continuamente, atingiu seu ponto máximo em 2008, com a taxa de 3,43 óbitos a cada grupo de 100 mil pessoas, o índice de mortalidade por acidentes de motocicleta em 2009 equivaleu a 3,40 óbitos para cada 100 mil habitantes.
As mortes em acidentes com motocicleta no Estado de São Paulo pararam de crescer em 2009. Isso é o que apontou uma pesquisa da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade). Depois de seis anos crescendo continuamente, atingiu seu ponto máximo em 2008, com a taxa de 3,43 óbitos a cada grupo de 100 mil pessoas, o índice de mortalidade por acidentes de motocicleta em 2009 equivaleu a 3,40 óbitos para cada 100 mil habitantes.
Em números absolutos, ocorreram 1.381 mortes em 2008 e 1.384 óbitos em 2009. Em 2002, quando o indicador passou a ser divulgado, foram registradas 390 mortes no estado.
As informações têm base no registro civil e na declaração de óbito, considerando-se as mortes provocadas pelos acidentes com motocicletas em que a vítima é o condutor ou o passageiro.
A maior parte das mortes ocorreu na região metropolitana de São Paulo (613 casos). Só na capital, foram registrados 334 óbitos por acidentes envolvendo motocicletas. Apesar do alto número de ocorrências, o indicador, que avalia o número de mortes a cada grupo de 100 mil habitantes, manteve-se praticamente estabilizado na região metropolitana de São Paulo, registrando 3,15 mortes a cada 100 mil habitantes em 2009 e 3,10 mortes a cada 100 mil habitantes em 2008.
Na região metropolitana de Campinas houve a maior queda no número de óbitos, com o registro de 158 mortes em 2008 e 121 em 2009. A região de São José do Rio Preto registrou o maior crescimento no número de óbitos: 37 vítimas em acidentes motociclísticos em 2008 e 47 mortes em 2009.
Segundo a Fundação Seade, ainda é prematuro afirmar que houve reversão da tendência das fatalidades decorrentes desse tipo de acidente, mas medidas, como a Lei Seca e a regulamentação do uso de capacete pelos motociclistas e acompanhantes, podem explicar a estabilização no número de mortes.
Em 2009, os homens, principalmente os jovens entre 18 e 29 anos, foram as maiores vítimas dos acidentes de motocicletas. Segundo a fundação, cerca de 20% das vítimas dos acidentes com motocicletas ocorridos na capital eram motoboys.
Entre 2002 e 2009, o número de motocicletas circulando no Estado cresceu mais de três vezes, chegando a 3,4 milhões em 2009.
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