Morre jovem que teve corpo queimado por chefe na Tijuca
Um suposto caso de amor não correspondido terminou em tragédia nesta terça-feira. Maria de Fátima Iloia, de 21 anos, que teve 95% do corpo queimado pelo gerente da padaria onde trabalhava, na Tijuca, morreu nesta terça-feira após ficar dias internada. O acusado do crime, Alberto Bandeira da Silva, foi preso também na manhã desta terça.
Um suposto caso de amor não correspondido terminou em tragédia nesta terça-feira. Maria de Fátima Iloia, de 21 anos, que teve 95% do corpo queimado pelo gerente da padaria onde trabalhava, na Tijuca, morreu nesta terça-feira após ficar dias internada.
O acusado do crime, Alberto Bandeira da Silva, foi preso também na manhã desta terça em São João de Meriti, Baixada Fluminense.
A família da jovem contou que Fátima estava sendo assediada e perseguida pelo homem. Fátima morava em uma casa no Borel com a irmã e o cunhado. Na hora do crime, os parentes estavam trabalhando. Ela teria sido surpreendida, segundo os familiares, quando estendia a roupa no varal.
Ela trabalhava no estabelecimento que o acusado gerenciava há oito meses. Na última quinta-feira, ela estava sozinha em casa, no Morro do Borel, quando foi surpreendida por Alberto, que a amarrou e ateou fogo na vítima.
Socorrida por vizinhos, Maria de Fátima chegou a ser internada no Hospital Federal do Andaraí, mas não resistiu aos ferimentos.
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