A ex-ministra do Planejamento, Miriam Belchior, está confirmada como a nova presidente da Caixa Econômica Federal. Ela ficará no lugar de Jorge Hereda.
Ex-ministra do Planejamento, Miriam Belchior, assumirá comando da Caixa Econômica Federal
A ex-ministra do Planejamento, Miriam Belchior, será nomeada como a nova presidente da Caixa Econômica Federal. Ela ficará no lugar de Jorge Hereda.
De acordo com uma reportagem do jornal Valor Econômico, Miriam Belchior terá como primeira missão, o lançamento da terceira fase do Programa Minha Casa, Minha Vida, que prevê a construção de três milhões de moradias.
Nesta segunda-feira, o coordenador-geral do Sindipetro Bahia, Deyvid Bacelar, apoiado pela Federação Única dos Petroleiros (FUP), venceu a disputa para representar os funcionários da Petrobras em 2015 no Conselho de Administração (CA), em um dos momentos mais delicados já enfrentados pela petroleira estatal.
Bacelar, que tem o aval da maior federação de trabalhadores da Petrobras, historicamente ligada ao PT, venceu no segundo turno das eleições o atual conselheiro, Silvio Sinedino, com 6.864 votos dos votos, ou 57,83%. A apuração dos votos do segundo turno, que terminou no domingo, foi realizada nesta segunda-feira.
Sinedino, que é filiado à Federação Nacional dos Petroleiros (FNP), uma entidade com menos sindicatos filiados do que a FUP, demonstrou independência em vários episódios, como na última reunião de conselho, na qual votou contra os nomes propostos por representantes do governo para a diretoria. Ele ocupou a importante cadeira em 2012 e em 2014.
A posse de Bacelar, eleito para um mandato de um ano, será na primeira reunião do conselho após a sua eleição formal, prevista para acontecer na Assembleia Geral dos Acionistas da Petrobras, quando também são definidos outros conselheiros da companhia.
É a quarta vez que um empregado é eleito para o conselho com a função de representar funcionários. Mas um nome da FUP, em tese, pode aumentar a influência do governo petista no colegiado.
O conselho da Petrobras é formado por dez membros, sendo sete indicados pelo governo, um pelos acionistas minoritários de ações ordinárias, um pelos acionistas de preferenciais e um pelos empregados.
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