Rio de Janeiro, 26 de Setembro de 2026

Ministro Guido Mantega cancela presença em encontro do G20

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, cancelou sua ida à reunião do G20, no qual as principais economias do mundo deverão discutir, prioritariamente, a geração de empregos em sua cúpula em Moscou nesta semana.

Quarta, 17 de Julho de 2013 às 09:47, por: CdB
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O ministro da Fazenda, Guido Mantega
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, cancelou sua ida à reunião do G20, no qual as principais economias do mundo deverão discutir, prioritariamente, a geração de empregos em sua cúpula em Moscou nesta semana, afirmaram nesta quarta-feira a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Após seis anos de crise financeira global, a taxa de crescimento de emprego permanece fraca na maioria dos países do G20, disseram o diretor-geral do OIT, Guy Ryder, e o secretário-geral da OCDE, Angel Gurria, em comunicado que lança um relatório de empregos conjunto para reunião do G20. - O G20 será avaliado pela opinião pública no mundo todo sobre sua capacidade de cumprir a agenda de crescimento e de empregos - disseram eles, em comunicado conjunto. Embora metade dos membros do G20 tenham visto uma pequena queda na taxa de desemprego nos últimos 12 meses, a outra metade tem visto aumentos, e em dois países Espanha e África do Sul a taxa está acima de 25%. O desemprego total no G20 alcançou 93 milhões no início de 2013, com 30% dos desempregados sem trabalho por mais de um ano, diz o relatório. Ryder e Gurria pediram aumento de investimento em infraestrutura, mais empréstimo bancário para pequenas empresas, melhores redes de seguridade social e salários mínimos, e melhores perspectivas para os jovens. Em todos os países do G20, exceto Alemanha e Japão, a taxa de desemprego entre jovens é de pelo menos o dobro da taxa para adultos. Para retornar aos níveis de emprego pré-crise, o G20 precisaria criar cerca de 67 milhões de empregos, disseram eles. Os pedidos por medidas da OCDE e da OIT sobre empregos ecoa apelações anteriores às principais economias do mundo, que nos últimos anos têm se preocupado com a resposta à crise financeira, sem um plano definido para os empregos.
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