O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, defendeu a proposta do Executivo encaminhada ao Congresso sobre a flexibilização das administrações de setores públicos e a contratação de servidores pelo regime da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT).
Bernardo responde a críticos, que comparam o projeto a um modelo de privatização de serviços, dizendo que não seria mais possível defender um discurso que o próprio partido do governo, o PT, defendia há dez anos.
O ministro acredita que o modelo de fundações seria o melhor formato para ampliar o atendimento de serviços públicos.
— O modelo atual esgotou a capacidade de atender a esse binômio, eficiência e quantidade. A fundação estatal de direito privado pode não ser a maravilha sonhada, mas é uma boa alternativa entre todas que estudamos — disse.