Rio de Janeiro, 12 de Setembro de 2026

Militar baleado na UPP Nova Brasília está em observação

Ferido com um tiro no rosto, o soldado Rodrigues, lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Favela Nova Brasília, no Complexo do Alemão, não corre o risco de morrer, o tiroteio aconteceu, quando o militar fazia um patrulhamento de rotina, com outros colegas, perto do Campo do Dedé, na parte baixa da comunidade.

Quinta, 22 de Maio de 2014 às 09:05, por: CdB
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Desde o início do ano, quatro militares lotados em UPPs morreram em ataques e confrontos com criminosos
Ferido com um tiro no rosto, o soldado Rodrigues, lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Favela Nova Brasília, no Complexo do Alemão, não corre o risco de morrer, o tiroteio aconteceu, quando o militar fazia um patrulhamento de rotina, com outros colegas, perto do Campo do Dedé, na parte baixa da comunidade. Em nota, a Coordenadoria de Polícia Pacificadora, que controla as UPPs, informou que policiais da UPP Nova Brasília, no Complexo do Alemão, estavam em patrulhamento de rotina, pouco depois das 19h desta quarta-feira, quando passaram pelo Escadão do Loteamento, próximo ao Campo do Dedé, foram alvos de disparos de arma de fogo. O soldado Rodrigues foi socorrido e, inicialmente, encaminhado para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha. Depois de medicado, ele foi transferido para o Hospital Central da Polícia Militar, no Estácio, onde permanece em observação. Desde o início do ano, quatro militares lotados em UPPs morreram em ataques e confrontos com criminosos: o soldado Rodrigo de Souza Paes Leme, de 33 anos, lotado na UPP Nova Brasília foi morto em 6 de março de 2014; a soldado Alda Rafael Castilho, de 27 anos, morta em 2 de fevereiro de 2014, em frente à UPP do Parque Proletário, na Penha; o soldado Wagner Vieira Cruz, de 33 anos, foi ferido na madrugada do dia 28 de fevereiro de 2014 e morreu em 6 de março de 2014; e o aspirante a oficial Leidson Acácio Alves Silva, de 27 anos, morto em 13 de março deste ano. Os dois últimos estavam lotados na UPP da Vila Cruzeiro, também na Penha. O aspirante a oficial era subcomandante da unidade. No total, em cinco anos de implantação do programa de pacificação de comunidades, 11 policiais militares morreram em bairros com UPP. A Coordenadoria de Polícia Pacificadora não divulgou o número de policiais feridos em confronto.
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