O protesto foi liderado pelo bispo católico Juan Carlos Romanín e reuniu representantes de diversos segmentos da sociedade, como professores, sindicalistas e políticos de oposição.
Entre as reivindicações dos manifestantes estão aumento de salário e a desmilitarização da província. Eles também pedem que um ex-assessor do presidente, Daniel Varizat, seja processado por ter atropelado manifestantes no final de semana.
Cinco pessoas permanecem internadas devido ao incidente.
Os protestos ocorrem a apenas dois meses das eleições presidenciais, marcadas para 28 de outubro. Segundo pesquisas de opinião, a primeira-dama, Cristina Fernández de Kirchner, é a favorita nas eleições.
Segundo o correspondente da BBC Daniel Schweimler, em Buenos Aires, apesar do favoritismo da primeira-dama e do crescimento da economia argentina, os protestos contra Kirchner vêm se intensificando em sua terra natal.
Schweimler afirma que o fato de o protesto ser liderado por um bispo pode piorar as já tensas relações entre governo e Igreja.
Kirchner não fez declarações a respeito dos protestos.