Rio de Janeiro, 13 de Setembro de 2026

HP planeja revelar estratégia sobre impressoras 3D em outubro

A Hewlett-Packard planeja revelar seus planos de entrada no mercado de impressoras 3D até outubro, em estratégia para ampliar sua dominância no mercado de impressoras tradicionais para o segmento incipiente e de rápida expansão.

Quarta, 26 de Março de 2014 às 08:03, por: CdB
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A Hewlett-Packard planeja revelar seus planos de entrada no mercado de impressoras 3D até outubro
A Hewlett-Packard planeja revelar seus planos de entrada no mercado de impressoras 3D até outubro, em estratégia para ampliar sua dominância no mercado de impressoras tradicionais para o segmento incipiente e de rápida expansão. A presidente-executiva da HP, Meg Whitman, afirmou na semana passada que a HP fará um anúncio em junho, agora que a companhia resolveu uma série de problemas técnicos sobre o processo de manufatura. Mas em uma mensagem publicada no blog da companhia no final de semana, a HP afirmou que a executiva fez comentários errados "inadvertidamente" e que a companhia planeja fazer o anúncio de impressoras 3D no fim deste ano fiscal, que acaba em outubro. Independentemente de quando aconteça, a entrada da HP vai reforçar um segmento nascente da indústria que é atualmente dominado por empresas pequenas como a Makerbot da Stratasys e também servirá para contrapor críticas de que a tecnologia está sendo superestimada e que não está madura para uma adoção em massa pelos consumidores. Whitman afirmou na semana passada que a HP vai se concentrar em impressão 3D para empresas, não para o mercado consumidor. Versão do Office para iPad Satya Nadella, indiano que se autodescreve como fanático por críquete e que assumiu como presidente-executivo da Microsoft no mês passado, faz sua estreia pública nesta quinta-feira e a previsão é que parta para a ofensiva com algumas tacadas ousadas. Quando Nadella comandar sua primeira grande entrevista coletiva esta semana, é provável que ele descreva - se não lançar oficialmente - versões do Word, Excel e PowerPoint projetadas para o tablet iPad, da Apple, para faturar em um mercado estimado em até US$ 7 bilhões ao ano. A tecnologia por trás do software não é inovadora, mas a estratégia é a seguinte: ele coloca o Office no centro do esforço da empresa para se tornar líder em serviços através de uma variedade de plataformas - possivelmente em detrimento do Windows e o seu próprio tablet Surface. Essa vontade de romper com a tradição do Windows, que continua a ser o legado mais duradouro do co-fundador Bill Gates, tem ajudado a impulsionar as ações da Microsoft a mais de US$ 40, para níveis não vistos desde o boom da Internet no ano 2000. Wall Street agora está cautelosamente otimista sobre uma empresa que ganha bilhões de dólares por ano mas que corre o risco de obsolescência gradual em uma indústria de tecnologia movida a telefonia móvel. - O fato de que Nadella vai puxar o gatilho (do Office) mostra que ele não é apenas um funcionário que vai manter o status quo. Agora, é uma folha de papel em branco - disse o analista da FBR Capital Markets, Daniel Ives. Dependendo do preço que a Microsoft cobrará pelo Office para iPad e quantas das dezenas de milhões de usuários do iPad irão adotá-lo, a empresa poderia arrecadar algo entre US$ 840 milhões e US$ 6,7 bilhões por ano em receitas, estima o analista do Barclays, Raimo Lenschow. Rick Sherlund, analista do Nomura, foi mais cauteloso sobre as previsões de resultados. Ele estima que um Office para iPad geraria apenas 1 bilhão de dólares ou um pouco mais em novas receitas ao ano, já que muitos usuários em potencial já têm licenças corporativas que podem ser convertidas para o novo produto. Além disso, não está claro o quanto da receita será entregue à Apple, que geralmente leva cerca 30 por cento das vendas de aplicativos por meio de sua loja. Representantes da Microsoft e da Apple se recusaram a comentar o assunto. Nesta quinta-feira, Nadella tem na agenda oficial comentários sobre estratégias para mobilidade e computação em nuvem. Mas investidores e analistas da indústria estarão interessados em sinais do novo presidente-executivo sobre seu interesse em levar a Microsoft para uma direção radicalmente diferente.  
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