Mercado financeiro reduz estimativa de inflação e eleva crescimento do PIB
O mercado financeiro reduziu a projeção de inflação e elevou a estimativa de crescimento da produção industrial e do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todas as riquezas dos país.
O mercado financeiro reduziu a projeção de inflação e elevou a estimativa de crescimento da produção industrial
O mercado financeiro reduziu a projeção de inflação e elevou a estimativa de crescimento da produção industrial e do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todas as riquezas dos país. As informações fazem parte do boletim Focus pesquisa semanal do Banco Central feita com os agentes do mercado financeiro.
Pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) a expectativa é que a inflação fique em 5,81% este ano e não mais em 5,82%, estimados anteriormente pelos investidores e analistas. Para o PIB, o mercado prevê crescimento de 2,48% em 2013. Anteriormente, a estimativa era 2,47%. A produção industrial também vai melhorar, avalia o mercado que, agora, projeta alta de 1,80% e não mais de 1,70%.
A taxa básica de juros (Selic) foi mantida em 9,75%, no final do ano, atualmente está em 9,5%. O dólar, na mesma comparação, foi reduzido para R$ 2,29 ante os R$ 2,30 da estimativa anterior. A projeção para o déficit em conta-corrente, um dos principais indicadores das contas externas, foi mantido em US$ 79 bilhões, com o saldo da balança comercial em US$ 1,99 bilhão e os investimentos estrangeiros diretos em US$ 60 bilhões.
Empresário paulistano está mais otimista
Pelo segundo mês consecutivo, o Índice de Confiança do Empresário do Comércio no Município de São Paulo aumentou ao passar de 110,1 pontos, em agosto, para 113,1 pontos, em setembro, uma alta de 2,7%. Segundo a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), em uma escala até 200 pontos, a avaliação é considerada de otimismo quando ultrapassa 100.
A melhora no quadro se deve à percepção de que a economia favorece bons negócios no momento atual. O índice usado para medir esse comportamento mostra um avanço de 12,4% no universo de pessoas consultadas que demonstraram mais otimismo sobre o presente. Apesar disso, a pontuação geral permanece na faixa considerada pessimista, com 88,2 pontos ante 78,4.
Em relação ao futuro, a pesquisa detectou certa cautela. O índice que apura o interesse em fazer novos investimentos apresentou queda de 3,7%. Ainda assim, a expectativa geral sobre a possibilidade de crescimento econômico no futuro aumentou 1% com 145,9 pontos ante 144,4.
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