O representante do Programa da Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no Brasil, Carlos Lopes, afirmou nesta quinta-feira, no Palácio do Planalto, que a mensagem do Brasil durante a abertura da Assembléia Geral das Nações Unidas, servirá para reafirmar a idéia de multilateralismo defendida pelo país, levando em consideração a luta contra a pobreza, a fome e a exclusão. Lopes lembrou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva será o primeiro a falar na Assembléia e que isso representa um fato histórico para o Brasil.
Carlos Lopes foi recebido, há pouco, pelo presidente Lula para tratar dos detalhes da participação brasileira na Assembléia.
- O presidente tem um papel de liderança nessa questão. Na cúpula do milênio em 2000, estabeleceram-se metas de combate à fome e à pobreza. O discurso do presidente está em sintonia com essa meta - afirmou Lopes.
O representante do Penud ressaltou ainda que o presidente Lula deve reforçar a idéia da criação de um fundo de combate à fome e à pobreza. Segundo Lopes, o presidente pretende, durante o seu discurso de abertura, lembrar que é preciso fortalecer o papel das Naçõe Unidas na resolução dos conflitos internacionais. Lopes também acrescentou que a unificação das políticas sociais no Brasil vai ajudar o país a liderar esse trabalho de combate à exlusão social.