Autoridades da Nicarágua informaram que os pais e médicos de uma menina de nove anos que fez um aborto há duas semanas não serão processados criminalmente. A garota ficou grávida ao ser estuprada e fez o aborto em uma clínica particular. A ministra da Saúde do país, Lucia Salvo, considerou criminosa a intervenção cirúrgica. No entanto, a procuradora geral da Nicarágua, Maria del Carmen Solorzano, declarou que o aborto não infringiu nenhuma lei, uma vez que foi realizado para salvar a vida da menina.