Contagiados pela euforia de um presidente afro-americano nos Estados Unidos, Daniel Craig dizia que poderia haver um James Bond negro. Beyoncé, por sua vez, sentia este mesmo entusiasmo para justificar sua presença em Justice League of America, o filme que teria participação como a Mulher Maravilha, a heroína que Linda Carter encarnou na televisão.
- Nada seria tão magnífico como dar vida a Wonder Woman (a Mulher Maravilha) depois de ter representado mulheres sensíveis e emotivas, me encantaria transformar-me em super-herói – disse Beyoncé ao Los Angeles Times.
Por sua parte, outros interessados em postular a Megan Fox como a Mulher Maravilha, fizeram uma campanha encontrada em uma págica da web: Wonder Who, um jogo de palavras que pode ser traduzido como “Adivinha Quem?”. Nessa se fazia campanha por esta atriz com um desenho impecável e uma estupenda personificação da Fox, como uma Linda Carter envolta em referências patrióticas.
A partir daí, se criaram fóruns de pressão para que o estúdio substituísse a atriz eleita, Megan Galé, pela morena Megan Fox.
Duas Megans, uma maravilha
Alguns meios de comunicação tentaram incansavelmente comunicar-se com Megan Fox para que comentasse o entusiasmo, mas seu agente disse: “Megan tem um acordo com a Warner Bros que lhe impede de comentar detalhes de todos os projetos cinematográficos que a relacionam”.