A viúva da Mega-Sena, Adriana Almeida, negou à corregedoria da Polícia Civil que tenha sofrido tentativa de extorsão da polícia durante as investigações da morte do marido. Renné Senna foi assassinado dia 7 de janeiro em Rio Bonito, na Baixada Litorânea do Rio. A corregedora, delegada Ivanete Fernanda de Araújo, ouviu Adriana Almeida na tarde desta segunda-feira por cerca de três horas.
A tentativa de extorsão da polícia teria sido flagrada em escutas da Polícia Federal (PF). A assessoria da PF avisou, porém, que não vai comentar o assunto. Presa há mais de dois meses, a ex-cabeleireira foi denunciada, junto com outros cinco acusados, por homicídio qualificado.
Como o depoimento de Adriana à Corregedoria apresentou algumas contradições, a delegada Ivanete Araújo determinou instauração de sindicância para apurar os fatos. A corregedora informou ainda que vai pedir à Polícia Federal cópia do procedimento para melhor instruir a investigação. A delegada disse também que o teor das declarações dadas por Adriana Ferreira não serão divulgadas até o final da apuração do fato.
Rio de Janeiro, 15 de Janeiro de 2026
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