Condenado por atentado violento ao pudor, o médico E.M.R permanecerá preso. O argentino naturalizado brasileiro foi preso e sentenciado à pena de prisão em regime fechado pelo juízo de primeiro grau, sob a acusação de tentativa de abuso ou assédio sexual contra duas de suas pacientes menores de idade. A sentença foi mantida pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina e posteriormente pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Em 11 de abril de 2003, o Ministério Público da cidade e comarca de Braço do Norte (SC) instaurou um inquérito policial para apurar as denúncias feitas contra o médico.
E.M.R foi acusado de molestar ambas as meninas enquanto realizava consultas rotineiras. O médico foi preso quando estava no município de Treze de Maio (SC) atendendo alunos da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE).