Revista que tem sempre o Brasil na mira, e com reportagens nessa linha, nem precisa apurar muito para descobrir que a matéria da The Economist desta semana sobre o nosso país é de encomenda (leiam post acima). Claramente representa os interesses das petroleiras estrangeiras e da indústria de petróleo.
Todos os países adotam políticas de incentivo à inovação tecnológica e à industrialização. No caso da indústria do petróleo, gás e do pré-sal, a Petrobras detém a tecnológia de águas profundas e a empregará e desenvolverá ao máximo na exploração do óleo da camada. Fora o fato de que nenhuma empresa estrangeira está impedida de produzir no Brasil e fornecer para a Petrobras.
Já as críticas de The Economist sobre o Fundo Social e a destinação dos recursos para as áreas de educação e inovação, meio ambiente e combate a pobreza não resistem um segundo, já que tanto os Estados Unidos quanto a Grã-Bretanha (pátria da revista) acabaram de emitir ou fazer dívidas de trilhões de dólares para salvar seus bancos e proteger suas economias.
Sem falar na maior fraude dos últimos tempos, um verdadeiro golpe, dado pelos bancos e pelo sistema financeiro nesses países contra os depositantes e a economia popular. Que autoridade moral tem agora os defensores desses países, dessas políticas e interesses - como a The Economist - para apontar riscos de uso político ou eleitoral do pré-sal e do Fundo Social?
Rio de Janeiro, 15 de Agosto de 2026
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