A nova chefe de Polícia Civil do Rio, Martha Rocha, disse que é injusta a fama de corruptos dos policiais fluminenses.
– A corrupção é nefasta em qualquer profissão, não apenas na polícia. Nela o problema é mais complicado, porque somos o retrato do Estado.
Martha Rocha, anunciou nesta quarta-feira alguns nomes da sua equipe. Segundo Martha, Sérgio Caldas vai assumir a subchefia administrativa. Na subchefia operacional ficará Fernando Velloso e o corregedor Gilson Soares permanecerá no cargo. As informações foram divulgadas nesta tarde durante entrevista coletiva.
Martha ainda informou que, a delegada Jéssica Almeida assumirá o cargo de diretora da Acadepol e o delegado Luis Zettermann será o chefe de gabinete da nova chefe da Polícia Civil. Para a nova chefe de polícia, o que contou na escolha foi a competência, experiência e seriedade dos policiais.
Durante a apresentação da nova chefe de polícia, Martha falou sobre sua missão, destacando que acredita em uma corporação bem treinada e em uma corregedoria forte.
– Temos que ter polícia bem treinada, qualificada. Acho que temos que ter uma corregedoria forte, o bom policial não teme isso. Temos muita coisa boa para somar na administração do secretário José Mariano Beltrame. Nunca me vi no cargo de chefe da Polícia Civil, mas tenho a certeza de que vou trabalhar com policiais que têm experiência para os cargos que serão designados. Vamos trabalhar com a questão da lisura e dos bons resultados. Nós trabalhamos com metas, com projetos, as avaliações serão objetivas –, disse.
A Polícia Federal entregou ao secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, o relatório que aponta suposto envolvimento de policiais civis e militares em grupo de extermínio.
Na investigação de desvio de armas e drogas, e vazamento de informações, a PF constatou ainda assassinatos cometidos ou acobertados por policiais.
Martha Rocha considera injusta fama de corrupta da polícia
A nova chefe de Polícia Civil do Rio, Martha Rocha, disse que é injusta a fama de corruptos dos policiais fluminenses. Martha Rocha, anunciou nesta quarta-feira alguns nomes da sua equipe. A PF entregou ao secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, o relatório que aponta suposto envolvimento de policiais civis e militares em grupo de extermínio.
Quinta, 17 de Fevereiro de 2011 às 10:34, por: CdB
A nova chefe de Polícia Civil do Rio, Martha Rocha, disse que é injusta a fama de corruptos dos policiais fluminenses.
– A corrupção é nefasta em qualquer profissão, não apenas na polícia. Nela o problema é mais complicado, porque somos o retrato do Estado.
Martha Rocha, anunciou nesta quarta-feira alguns nomes da sua equipe. Segundo Martha, Sérgio Caldas vai assumir a subchefia administrativa. Na subchefia operacional ficará Fernando Velloso e o corregedor Gilson Soares permanecerá no cargo. As informações foram divulgadas nesta tarde durante entrevista coletiva.
Martha ainda informou que, a delegada Jéssica Almeida assumirá o cargo de diretora da Acadepol e o delegado Luis Zettermann será o chefe de gabinete da nova chefe da Polícia Civil. Para a nova chefe de polícia, o que contou na escolha foi a competência, experiência e seriedade dos policiais.
Durante a apresentação da nova chefe de polícia, Martha falou sobre sua missão, destacando que acredita em uma corporação bem treinada e em uma corregedoria forte.
– Temos que ter polícia bem treinada, qualificada. Acho que temos que ter uma corregedoria forte, o bom policial não teme isso. Temos muita coisa boa para somar na administração do secretário José Mariano Beltrame. Nunca me vi no cargo de chefe da Polícia Civil, mas tenho a certeza de que vou trabalhar com policiais que têm experiência para os cargos que serão designados. Vamos trabalhar com a questão da lisura e dos bons resultados. Nós trabalhamos com metas, com projetos, as avaliações serão objetivas –, disse.
A Polícia Federal entregou ao secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, o relatório que aponta suposto envolvimento de policiais civis e militares em grupo de extermínio.
Na investigação de desvio de armas e drogas, e vazamento de informações, a PF constatou ainda assassinatos cometidos ou acobertados por policiais.