Em carta encaminhada ao jornal O Estado de S. Paulo, Margareth Palocci, mulher do ministro da Fazenda, Antônio Palocci, nega que sua nomeação para um cargo na Fundação Nacional de Saúde (Funasa) tenha sido um exemplo de nepotismo, ao contrário do que foi publicado na edição de domingo do jornal.
Na carta, Margareth Palocci explica que é funcionária pública concursada da Prefeitura de Ribeirão Preto (SP) e que foi deslocada para a Funasa, em Brasília, "em função de transferência familiar", depois que o marido foi nomeado para o ministério.
Alega ainda que sua transferência foi previamente aprovada pela Comissão de Ética Pública. Ela anexou à correspondência ofício no qual o secretário-executivo da Comissão, Mauro Sérgio Bogéa Soares, informa que aquele organismo "concluiu pela inexistência de óbices de natureza ética" para que ela fosse requisitada pelo Ministério da Saúde.
O ofício, com data de 20 de fevereiro, é dirigido ao subchefe para Assuntos Jurídicos da Casa Civil da Presidência da República, José Antônio Dias Toffoli.
Margareth Palocci afirma que não é nepotismo a nomeação para Funasa
Segunda, 01 de Setembro de 2003 às 16:39, por: CdB