Rio de Janeiro, 09 de Fevereiro de 2026

Marcinho VP presta depoimento e se diz inocente

O julgamento do traficante Márcio dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP, começou na tarde de terça-feira, no 1º Tribunal do Júri do Rio. Ele é acusado de ter esquartejado os rivais André Luis dos Santos Jorge, o Dequinha, e Rubem Ferreira de Andrade, conhecido como Rubinho, em outubro de 1996. O júri deverá ser concluído no final da noite de terça ou no início da madrugada desta quarta-feira. O bandido declarou-se inocente. (Leia Mais)

Terça, 07 de Agosto de 2007 às 16:48, por: CdB

O julgamento do traficante Márcio dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP, começou na tarde de terça-feira, no 1º Tribunal do Júri do Rio. Ele é acusado de ter esquartejado os rivais André Luis dos Santos Jorge, o Dequinha, e Rubem Ferreira de Andrade, conhecido como Rubinho, em outubro de 1996. Segundo a assessoria do Tribunal, o júri deverá ser concluído no final da noite de terça ou no início da madrugada desta quarta-feira. O outro réu do processo, Eduardo Luiz Paixão, o Duda, também seria julgado nesta terça-feira.

A assessoria do Tribunal informou, no entanto, que o processo foi desmembrado e Duda será julgado em outra data, porque sua defesa recusou um dos jurados durante o sorteio. Seu julgamento foi remarcado para o dia 18 de setembro, às 13h. Além de homicídio qualificado, os dois são acusados de formação de quadrilha e associação para o tráfico.

O julgamento é presidido pelo juiz Fábio Uchoa Pinto de Miranda Montenegro. Foram sorteadas sete mulheres para juradas. Em seguida, deu-se o interrogatório do réu. Marcinho VP se declarou inocente dos crimes de que é acusado. Disse ainda que não tem profissão definida, é pai de seis filhos e que já trabalhou como vendedor de balas em trens.

O Ministério Público iniciou os debates às 16h e tem duas horas para concluir. Em seguida, a defesa terá também duas horas para expor seus argumentos. Há possibilidade de réplica e tréplica, de meia hora cada. Depois disso, os jurados irão se reunir para elaborar o veredicto.
 
 

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