Rio de Janeiro, 11 de Setembro de 2026

Marcha das mulheres?

Domingo, 19 de Junho de 2011 às 04:40, por: CdB

Por Gerhard Grube 19/06/2011 às 10:23

Um assunto difícil de comentar. Quando é para criticar o movimento.

Elogiar no entanto, pode ser feito à vontade.

A marcha das mulheres é um protesto em resposta ao comentário de um policial canadense que orientou as universitárias a não se vestirem como vadias (sluts) para reduzir o risco de serem estupradas.

Indumentária é uma questão de gosto (muito mais, dos ditames da moda). As mulheres querem poder vestir-se como bem entendem, sem serem molestadas por causa disso. E têm toda razão nesta reivindicação.
Assim como ninguém deveria ser assaltado ou agredido, seja qual for o motivo. É um direito não ser importunado. Possivelmente com conseqüências graves, perdendo até a própria vida.

Pelo que as pessoas precisam tomar cuidado, se precaver, na medida do possível. Não andar por ruas escuras, de pouco movimento. Colocar dispositivos de segurança contra roubo no seu carro e casa. Evitar que seus filhos pequenos se exponham a perigos. Proteger e trancar seus bens e dinheiro. Etc.

Não é o ideal, melhor seria viver uma sociedade tranqüila, sem ter que se preocupar com estas providências. Que são, no mínimo, estressantes.

As mulheres vão reclamar que não é a mesma coisa. O estupro a que estão sujeitas é muito pior que qualquer violência que o homem pode sofrer. Incomparavelmente pior. E citam: No Brasil 15 mil mulheres são estupradas por ano.
Sendo de somenos importância, que neste mesmo ano morram violentamente 50.000 brasileiros, imensa maioria homens.

O movimento não é para promover a paz na sociedade. É um movimento de classe. Para ressaltar diferenças e obter vantagens.
Assim como fazem os judeus com o seu holocausto. Segundo eles a maior tragédia de todos os tempos. Pelo que devem ser privilegiados, ter direitos especiais, exclusivos para a sua classe.
E quem contestar qualquer ato ou atitude dos judeus, não importa o assunto, será imediatamente taxado de anti-semita. Arma universal, pau prá toda obra.

Assim como quem contrariar as mulheres será chamado imediatamente de machista. Não adianta querer argumentar, se for contra, é machista. Pau prá toda obra, ferramenta universal.
(vamos ver quantos minutos vai levar, até este texto ser escondido.)

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