Decreto publicado nesta segunda-feira, no Diário Oficial do Município, proíbe a venda e a circulação do anticoncepcional injetável Contracep na cidade.
Análises feitas pelo Instituto Adolfo Lutz, da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo, mostraram ampolas de três lotes do medicamento contendo menor quantidade hormonal que o previsto, o que coloca em risco a eficácia do produto na prevenção da gravidez.
A Vigilância e Fiscalização Sanitária do Município deverá apreender o produto, que é fabricado pelo laboratório EMS – Sigma Pharma.