Rio de Janeiro, 28 de Março de 2026

Mar de contradições do caso da morte do coronel Ubiratan

Quinta, 21 de Setembro de 2006 às 08:34, por: CdB

A advogada  Carla Cepollina, de 42 anos - namorada do coronel Ubiratan Guimarães, morto no último dia 9 - esbarra em mais uma contradição, além da diferença da camisa usada no dia do crime entregue por ela. Um dos porteiros do prédio onde morava o coronel, nos Jardins, Zona Sul de São Paulo, afirmou em seu depoimento à polícia que Carla só deixou o prédio depois das 21h40 naquele dia. O horário que o porteiro deixou o serviço no dia do crime.

De acordo com o porteiro, o carro da namorada do coronel, um Astra preto, estava estacionado na vaga naquele horário. No entanto, imagens do circuito interno do prédio onde Carla mora mostram que ela chegou em casa às 21h06.

 O coronel Ubiratan estaria morto neste horário conforme exames  realizados pela perícia. A versão do porteiro é confirmada pelo seu colega do turno da noite, que pegou o expediente às 21h40. Ele ainda contou que Carla deixou o prédio entre 22h30 e 23h, com uma blusa no braço. Eles foram ouvidos por policiais do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

 A polícia aprrendeu o vídeo com as imagens que mostram o horário em que Carla chegou em casa. Ela teria passado em uma locadora, perto de casa, entre 20h30 e 21h, versão confirmada por funcionários do estabelecimento.

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