Rio de Janeiro, 27 de Setembro de 2026

Mantega mostra-se otimista quanto à economia, mas para o ano que vem

Ministro da Fazenda, o economista Guido Mantega reafirmou, nesta quinta-feira, que a economia brasileira crescerá em 2009, com previsão de alta em torno de 1%. Mantega disse ainda que espera uma expansão do Produto Interno Bruto (PIB) em 2010 de 4%. (Leia Mais)

Quinta, 18 de Junho de 2009 às 08:35, por: CdB

Ministro da Fazenda, o economista Guido Mantega reafirmou, nesta quinta-feira, que a economia brasileira crescerá em 2009, com previsão de alta em torno de 1%. Mantega disse ainda que espera uma expansão do Produto Interno Bruto (PIB) em 2010 de 4% e um avanço de 5% da economia brasileira em 2011. O ministro, que participa de evento em São Paulo, promovido pela Agência Estado (AE), disse que o mundo vai continuar "patinando por dois ou três anos", mas voltou a dizer que a crise será "mais curta e mais rápida" no Brasil.

Bancos

Distante apenas algumas quadras do local onde o ministro concedia a entrevista, nesta manhã, representantes da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), da Câmara Interbancária de Pagamentos (CIP) e do Banco Central (BC) apresentaram, na capital paulista, durante a feira especializada Ciab 2009, o Débito Direto Autorizado (DDA).

O novo serviço eletrônico do sistema bancário brasileiro entra em operação no segundo semestre deste ano e por ser o único desse tipo no mundo, tem despertado o interesse de outros países. O projeto foi desenvolvido em parceria com a Associação Brasileira de Bancos (ABBC), a Associação Brasileira de Bancos Internacionais (ABBI) e a Associação Brasileira dos Bancos Estaduais e Regionais (Asbace).

Por meio do DDA, os clientes poderão acessar pela internet, por telefone e caixa eletrônico as suas contas a pagar, dispensando a entrega de boletos impressos. No início, poderão ser incluídos no sistema os boletos bancários (fichas de compensação) referentes a despesas como taxa de condomínio, mensalidade escolar e financiamento de moradia. Os bancos processam anualmente cerca de 2 bilhões de boletos de cobrança.

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