Manifestantes voltam a promover protestos nas ruas do Rio
O Rio foi nais uma vez palco de protestos espalhados pela cidade ao longo da noite desta segunda-feira. Manifestantes que fizeram um protesto pelas ruas centrais do Rio decidiram cercar a frente da 5ª Delegacia de Polícia (DP), na Lapa.
O Rio foi nais uma vez palco de protestos espalhados pela cidade
O Rio foi nais uma vez palco de protestos espalhados pela cidade ao longo da noite desta segunda-feira. Manifestantes que fizeram um protesto pelas ruas centrais do Rio decidiram cercar a frente da 5ª Delegacia de Polícia (DP), na Lapa, para onde foi levado detido um jovem acusado pela Polícia Militar de ter quebrado com uma pedra a vidraça de uma agência bancária. Os PMs que fizeram a segurança durante todo o trajeto da manifestação se deslocaram para a DP para evitar atos de vandalismo.
Os manifestantes pertencem ao grupo Black Blocs e mais cedo entraram em confronto com a polícia, quando ocuparam a escadaria da Assembleia Legislativa do Estado (Alerj). Os policiais dispersaram o grupo com cassetetes e armas de choque, o que fez os ativistas saírem em direção à Rua da Assembleia, onde jogaram sacos de lixo no meio da via e acabaram quebrando a vidraça da agência bancária, ato atribuído ao jovem detido.
Cerca de 200 manifestantes participaram do protesto, segundo a PM. Eles pedem a saída do governador Sérgio Cabral, o aprofundamento das investigações sobre o desaparecimento do ajudante de pedreiro Amarildo de Souza e protestam contra a forma como foi instalada a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Ônibus, na Câmara Municipal.
Passeata de professores interdita Avenida na Zona Norte
A Avenida Paulo de Frontin, no Rio Comprido, Zona Norte do Rio, foi totalmente interditada no sentido Centro, nesta terça-feira, devido a uma passeada de professores municipais em greve. O grupo saiu da Rua Haddock Lobo, na Tijuca, e segue em direção à sede da Prefeitura do Rio, na Cidade Nova. O sindicato estimou que, pelo menos, 5 mil pessoas acompanharam a reunião, em que eles decidiram continuar a greve.
De acordo com informações do portal G1, entre os questionamentos da categoria estão o reajuste salarial de 19% para compensar as perdas salariais, a garantia de um terço da carga horária para atividades extracurriculares, que é garantida por lei, e concurso público para professores e funcionários administrativos. O ato também é contra as fundações que retiram a autonomia das escolas.
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