Manifestantes voltam a fazer protesto em frente ao prédio de Sérgio Cabral
Manifestantes voltaram a protestar em duas áreas da cidade nesta segunda-feira. Cerca de 10 integrantes de um grupo radical retornaram à Rua Aristides Espínola, no Leblon, Zona Sul do Rio, onde mora o governador Sérgio Cabral.
Cerca de 10 integrantes de um grupo radical retornaram à Rua Aristides Espínola, no Leblon
Manifestantes voltaram a protestar em duas áreas da cidade nesta segunda-feira. Cerca de 10 integrantes de um grupo radical retornaram à Rua Aristides Espínola, no Leblon, Zona Sul do Rio, onde mora o governador Sérgio Cabral. Segundo o comando do 23º BPM (Leblon), 10 policiais foram enviados ao local para garantir a segurança da manifestação e dos moradores da região.
Na pauta disponiblizada na página da rede social do grupo, estão reivindicações contra o "sistema", contra a direção do Sindicato dos Profissionais de Educação do Rio (Sepe), contra as remoções para obras, em apoio quilombo das guerreiras e à Aldeia Maracanã, contra a Copa do Mundo, entre outras coisas.
Segundo o comandante do batalhão da área, tenente coronel Luiz Octávio Lima, os manifestantes não vão poder acampar no local, conforme determinado por uma decisão judicial. "Eles já foram avisados". Por meio da rede social, porém, o grupo indicou que não vai deixar o local.
Nesta segunda-feira, outro pequeno grupo de manifestantes protestaram contra o governador Sérgio Cabral e pela liberdade dos presos durante protestos no Rio, na Rodoviária Novo Rio, Zona Portuária. Nenhuma confusão foi registrada em ambas as manifestações.
Protesto interdita Avenida Presidente Vargas
Um protesto realizado por metalúrgicos interditou, a pista lateral da Avenida Presidente Vargas, sentido Candelária, no Centro do Rio. De acordo com o Centro de Operações, o trânsito foi intenso na região no mesmo horário.
O grupo seguiu em direção ao prédio da Petrobrás, na Avenida Chile, também no Centro. Os motoristas devem seguir pela Rua Benedito Hipólito. Agentes do Batalhão de Policiamento de Vias especiais (BPVE) acompanharam a manifestação, que seguiu pacífica.
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