Rio de Janeiro, 12 de Setembro de 2026

Manifestantes entram em confronto com a polícia em Brasília

Manifestantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) do Distrito Federal invadiram a sede da Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap) nesta quinta-feira, em Brasília, como protesto contra as grandes obras construídas para Copa do Mundo no Brasil em prejuízo dos investimentos sociais. Cerca de 200 pessoas entraram no prédio público. Com a entrada da Polícia Militar no local, houve confronto e os manifestantes foram retirados.

Quinta, 15 de Maio de 2014 às 09:00, por: CdB
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Segundo a PM, as forças de segurança agiram para evitar a invasão, por isso houve confronto
Manifestantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) do Distrito Federal invadiram a sede da Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap) nesta quinta-feira, em Brasília, como protesto contra as grandes obras construídas para Copa do Mundo no Brasil em prejuízo dos investimentos sociais. Cerca de 200 pessoas entraram no prédio público. Com a entrada da Polícia Militar no local, houve confronto e os manifestantes foram retirados. O local ficou cercado, os manifestantes continuaram em volta da sede e a entrada na Terracap ficou restrita aos funcionários com identificação. No confronto, houve uso despray de pimenta e cacetete pela Polícia Militar. Algumas pessoas saíram machucadas e um rapaz sangrava com ferimento na cabeça, porém não houve necessidade de encaminhar ninguém ao hospital. Segundo a PM, as forças de segurança agiram para evitar a invasão, por isso houve confronto. Com a saída dos manifestantes do prédio, a polícia entrou em contato com a presidência da Terracap, que se disponibilizou a receber uma comissão do MSTS, que ainda não foi formada. Para o protesto, foram ao local 11 ônibus de várias regiões administrativas do Distrito Federal, a maioria de Brazlândia e Ceilândia. O MTST aderiu à campanha "Copa sem povo: tô na rua de novo", articulada especialmente via redes sociais. O movimento pede políticas públicas contra os despejos e remoções forçadas de ocupações populares, com o acolhimento de famílias carentes; o controle de preços do aluguel no DF; e que a Terracap não venda terrenos públicos para custear gastos com a Copa.
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