Rio de Janeiro, 06 de Setembro de 2026

Manifestação dos caminhoneiros volta a bloquear acesso ao Porto de Santos

Duas faixas da Via Anchieta, na altura do quilômetro (km) 23, em São Bernardo do Campo, foram bloqueadas nesta quarta-feira por pouco mais de meia hora no acesso ao Porto de Santos, em nova manifestação dos caminhoneiros.

Quarta, 25 de Fevereiro de 2015 às 06:44, por: CdB
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Segundo a Ecovias, concessionária que administra o Sistema Anchieta-Imigrantes, as pistas foram liberadas por volta das 7h35
  Duas faixas da Via Anchieta, na altura do quilômetro (km) 23, em São Bernardo do Campo, foram bloqueadas nesta quarta-feira por pouco mais de meia hora no acesso ao Porto de Santos, em nova manifestação dos caminhoneiros. Segundo a Ecovias, concessionária que administra o Sistema Anchieta-Imigrantes, as pistas foram liberadas por volta das 7h35, com intervenção policial, porém, não houve confronto. Em consequência, há 3 quilômetros de congestionamento. Os protestos da categoria, que se espalham pelo país, chegaram na tarde desta terça-feira ao Sistema Anchieta-Imigrantes, fechando o acesso ao Porto, na Baixada Santista, entre as 14h10 e a 1h. Grave prejuízo Os protestos de caminhoneiros que têm bloqueado rodovias em vários Estados trarão "graves prejuízos", segundo o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto, que disse que as manifestações terão efeito importante sobre a atividade econômica e nas exportações. Monteiro também afirmou, segundo a Agência Brasil, que os protestos dos caminhoneiros podem afetar a balança comercial, já que atrapalham o fluxo de caminhões para os portos. Mas disse que ainda não é possível quantificar esse impacto. - Os protestos são algo preocupante, com efeito importante sobre atividade econômica. A mobilização interrompe o fluxo de circulação de mercadorias, altera todo o ciclo de operação das empresas, com graves prejuízos - disse o ministro, segundo a agência. "Pode haver algum reflexo no trânsito das mercadorias (para os portos), mas não me parece que seja algo muito relevante ainda. Não posso quantificar nada", acrescentou o ministro ao comentar um possível impacto na balança comercial. Caminhoneiros realizaram desde segunda-feira bloqueios em estradas de pelos menos nove Estados em protesto contra a alta do preço do diesel, os baixos preços do frete e pela redução de custos da categoria. Após reunião nesta terça-feira em Brasília para tratar do assunto, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, disse a jornalistas que o governo iniciará nesta quarta-feira uma negociação sobre o frete com empresários e caminhoneiros e que não está na pauta do governo a redução do preço do diesel.  
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