A viúva do publicitário Armando Dile, ex-consultor da Loterj, morto em dezembro de 2002, contrariou a versão de Waldomiro Diniz sobre o destino do 1% de propina negociado com o empresário do jogo Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, nesta terça-feira em depoimento na CPI da Loterj/Rioprevidência, instalada na Assembléia do Rio.
No depoimento aos deputados fluminenses, em abril, Waldomiro alegou que o dinheiro que aparece negociando com Cachoeira seria repassado a Dile, que passava por dificuldades financeiras. A escritora Vera Lúcia Dile afirmou que sua família não passava por dificuldades financeiras na época. Disse também que as relações do seu marido com Waldomiro eram somente profissionais.
- Mesmo após a morte de Armando, consegui estabilizar a situação com a ajuda da minha família e o aumento na minha produção artística - disse ela.