Nessa quinta-feira o Presidente dos Estados Unidos da América, George W. Bush, discursou oficialmente durante a cerimônia de sua posse de cargo.
O texto foi mudado 14 vezes, desde o primeiro dia em que foi escrito, 14 dias atrás. Ou seja, uma mudança por dia.
Tantas alterações, tanto "conversé", para que tudo fique na mesma. Aqui no Brasil, diríamos que suas palavras foram pura "balela".
Serão mais quatro anos de "anti" nos EUA. Leis anti-abortos, anti-gays, anti-impostos, anti-previdência social, anti-Kyoto, anti-palestinos, anti-liberdades religiosas, anti-islamismo e por aí vai.
Em seu discurso ele afirma que "levará a democracia a outros povos a qualquer custo". Bem, "a qualquer custo" não parece ser uma expressão muito democrática, ainda mais quando o "tom" não soa amigável, significando que, querendo ou não, a tal "democracia yankee" deve ser aceita, situação do Iraque hoje em dia.
Isso faz lembrar Hitler que queria exportar para o mundo suas idéias da supremacia ariana e quis fazer isso "a qualquer custo".
O problema é que ainda encontramos algumas contradições entre o pensamento "bushiniano" e a prática de suas teorias.
Amantes de tanta democracia, o que fazem os EUA de mãos dadas com a Arábia Saudita, com grande parceria no comércio de petróleo? E o que faz a Casa de Saud, casta saudita que governa o país numa ditadura sem limites, ser tão próxima da família Bush?
Nada mais pode ser feito agora. Mesmo com alto índice de desemprego, fábricas se mudando para a China, 40 milhões de pessoas sem assistência médica e mais uma série de mazelas, os norte-americanos votaram em Bush.
Os democratas assinaram um atestado de incompetência, não conseguindo ganhar a "barbada" que era a disputa contra o texano, que tinha um telhado de cristal finíssimo. Agora estão mais enfraquecidos, esperando um clone de Bill Clinton de