O ensino superior também está contemplado no Plano Nacional de Educação (PNE). O projeto, em discussão na Câmara, pretende elevar a taxa bruta de matrículas para metade da população brasileira com idade entre 18 e 24 anos ao longo da próxima década.
O PNE prevê que, até 2020, o país conte com 10 milhões de universitários ante os 5,8 milhões hoje matriculados em instituições de ensino superior. A proposta está baseada na demanda por mão de obra qualificada nas várias áreas do conhecimento
"Apenas na área de Tecnologia da informação (TI), temos uma defasagem de 100 mil técnicos", informa o deputado Ângelo Vanhoni (PT-PR), relator do Plano Nacional de Educação (PNE). O parlamentar lembra que o Brasil forma anualmente apenas 28 mil engenheiros. China, Estados Unidos e Índia colocam no mercado 200 mil profissionais da área no mercado por ano. "A disparidade é grande e mostra o quanto estamos defasados, conclui o relator do PNE.
Desenvolvimento técnico e científico do país
Para Vanhoni, a expansão do ensino superior é fundamental tanto para o desenvolvimento técnico, quanto científico do país. "Essa é uma decisão que temos que tomar agora, para consolidarmos um Brasil com muito mais desenvolvimento e mais humano lá frente”, argumenta.
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