A maioria dos pacientes com altos níveis de colesteral não recebe orientação médica para reduzir o risco de doenças cardiovasculares como o infarto e o derrame.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, entre os países com pior desempenho estão a Jordânia e a Tailândia, onde a situação foi considerada alarmante por conta do uso limitado de medicamentos e dos altos índices de pessoas adultas com colesterol alto.
Em 2005, as doenças cardiovasculares foram responsáveis por 18 milhões de óbitos em todo o mundo. Por causa disso, a OMS traçou um objetivo global de reduzir em 2% ao ano as mortes por doenças crônicas até 2015.
Reduzir os níveis de colesterol é uma das estratégias centrais para reverter o alto índice de óbitos por doenças cardiovasculares. A OMS destacou que há disponibilidade de medicamentos seguros e altamente eficazes no combate ao alto colesterol, além de métodos de baixo custo para diagnosticar pacientes com o problema.
Maioria não faz tratamento contra colesterol alto
A maioria dos pacientes com altos níveis de colesteral não recebe orientação médica para reduzir o risco de doenças cardiovasculares como o infarto e o derrame. Reduzir os níveis de colesterol é uma das estratégias centrais para reverter o alto índice de óbitos por doenças cardiovasculares.
Quarta, 02 de Fevereiro de 2011 às 11:39, por: CdB
A maioria dos pacientes com altos níveis de colesteral não recebe orientação médica para reduzir o risco de doenças cardiovasculares como o infarto e o derrame.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, entre os países com pior desempenho estão a Jordânia e a Tailândia, onde a situação foi considerada alarmante por conta do uso limitado de medicamentos e dos altos índices de pessoas adultas com colesterol alto.
Em 2005, as doenças cardiovasculares foram responsáveis por 18 milhões de óbitos em todo o mundo. Por causa disso, a OMS traçou um objetivo global de reduzir em 2% ao ano as mortes por doenças crônicas até 2015.
Reduzir os níveis de colesterol é uma das estratégias centrais para reverter o alto índice de óbitos por doenças cardiovasculares. A OMS destacou que há disponibilidade de medicamentos seguros e altamente eficazes no combate ao alto colesterol, além de métodos de baixo custo para diagnosticar pacientes com o problema.