A melhoria da gestão da Previdência Social, a transposição das águas do Rio São Francisco, a conclusão da Ferrovia Transnordestina e o projeto Biodiesel foram as prioridades do governo citadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na reunião ministerial na manhã desta quarta-feira no Palácio do Planalto. Lula falou aos ministros por 30 minutos.
Segundo o porta-voz da Presidência da República, André Singer, Lula pediu à Casa Civil a organização de reuniões ministeriais para aprofundar temas como a Reforma Universitária e a transposição das águas do Rio São Francisco. Devido às constantes derrotas no Congresso, principalmente na Câmara dos Deputados, Lula pediu que os ministros se empenhem para melhorar o diálogo com os parlamentares. De acordo com o porta-voz, o presidente abriu a reunião dizendo que a reforma ministerial está encerrada.
- O presidente enfatizou que a reforma ministerial é um assunto encerrado e que o ano de 2005 é decisivo porque será o ano da colheita do que foi plantado em 2003 e 2004. Nesse sentido, o presidente pediu que os ministros acelerem ao máximo o seu trabalho e pediu empenho para melhorar o diálogo com os parlamentares - disse Singer.
Lula citou como exemplo de medidas tomadas com agilidade pelo governo o combate à seca na região Sul e a intervenção nos hospitais da cidade do Rio de Janeiro. De acordo com Singer, o presidente destacou que este é um "ano decisivo".
- O ano da colheita do que foi plantado pelo governo em 2003 e 2004 - disse.
O porta-voz afirmou ainda que Lula reiterou que a reforma ministerial é um assunto encerrado. Além dos novos ministros da Previdência Social, Romero Jucá (PMDB/RR), e do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo (PT-PR), Lula apresentou o novo líder do governo na Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (PT-SP).
Não participaram da reunião os ministros da Educação, Tarso Genro, da Defesa e vice-presidente, José Alencar, e das Relações Exteriores, Celso Amorim.