A Líbia é a última etapa da viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Oriente Médio. Pela manhã, Lula participou de duas cerimônias rápidas. O presidente do Brasil levou flores ao monumento aos mártires da batalha de El-Hani. Foi neste conflito, em 1969, que o então tenente Muamar Kadafi tomou o poder da Líbia. O compromisso já estava previsto na agenda presidencial, mas o cerimonial líbio levou o presidente até o túmulo do pai do presidente Kadafi, sem qualquer aviso prévio à delegação brasileira.
A comitiva foi surpreendida pela notícia de que o encontro com Kadafi no palácio de Bab-Aziziya, um almoço privativo, havia sido antecipado. O cerimonial do governo líbio mudou parte da agenda do presidente Lula em sua viagem a esse país e não comunicou a mudança aos representantes do governo brasileiro.
Lula também se encontrou com empresários brasileiros. Nesse encontro Lula disse que o fim das sanções econômicas impostas pelos Estados Unidos à Libia do coronel Muamar Kadafi poderá melhorar a relação comercial do Brasil e aquele país. Para Lula, os negócios entre os dois países estão abaixo do potencial que possuem comercialmente.
À tarde, o presidente participa de reunião no Complexo de Bab Azyzia, sede da residência oficial. Em seguida, Lula se despede da Líbia, em cerimônia oficial no aeroporto de Meitiga