O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu a necessidade aproveitar o "momento político" para fazer a reforma política, que servirá para fortalecer a democracia no país. Ele se referiu às denúncias contra o tesoureiro do PT, Delúbio Soares, que seria o intermediário do pagamento do mensalão aos deputados do PP e do PL.
Os únicos garantidos no cargo são os ministros da Fazenda, Antonio Palocci, e da Justiça, Márcio Thomaz Bastos. Nem o chefe da Casa Civil, José Dirceu, deve ser poupado da reforma. Cogita-se sua saída para uma pasta da área social, provavelmente a da Saúde. O ministro da Coordenação Política, Aldo Rebelo, poderá ser deslocado para o Ministério do Trabalho.
Outras alterações devem acontecer com o ministro da Previdência, Romero Jucá, e henrique Meirelles, presidente do Banco Central, ambos investigados pelo Supremo tribunal federal (STF) por suspeitas de diferentes irregularidades.
O presidente Lula também articula um acordo com os princiapis líderes peemedebistas. Abase de apoio ao governo no Congresso seria composta hegemonicamente por PMDB e PT.