O governo brasileiro está apoiando a eleição do candidato Néstor Kirchner à Presidência Argentina. Para analistas e economistas essa é uma atitude correta do presidente, já que a posição de Kirchner coincide com a do governo brasileiro em relação ao Mercosul, e isso comprova que Lula é a favor do bloco. Nesta quinta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebe em Brasília o candidato, que disputa o segundo turno das eleições.Para Kirchner e Lula o fortalecimento do bloco Mercosul é uma forma de garantir os interesses da região nas negociações da Alça (Área de Livre Comércio das Américas) e na Organização Mundial do Comércio (OMC). Já o ex-presidente Carlos Menem, que disputa o segundo turno com Kirchner, não se interessa pelo Mercosul e sim defende uma aproximação direta da Argentina com os Estados Unidos, o que reduz o poder de pressão do Brasil. - A vitória de Kirchner é melhor para o Brasil - diz o diretor de Relações Internacionais e Comércio Exterior da Fiesp, Maurice Costin. Ele comenta que o comércio entre os dois países era muito pequeno antes do início do bloco.Mais do que a integração econômica, ele diz que a união do bloco tem um importante peso político. - Se estamos unidos temos quatro votos na Alca, na OMC - afirmou. Nesta quinta-feira, depois do encontro com o presidente Lula, às 11h30, Kirchner segue para Santiago, no Chile, onde tem um encontro com o presidente Ricardo Lagos.
Lula aposta no Mercosul, dizem analistas
O governo brasileiro está apoiando a eleição do candidato Néstor Kirchner à Presidência Argentina. Para analistas e economistas essa é uma atitude correta do presidente, já que a posição de Kirchner coincide com a do governo brasileiro em relação ao Mercosul, e isso comprova que Lula é a favor do bloco. (Leia Mais)
Quarta, 07 de Maio de 2003 às 22:29, por: CdB