Rio de Janeiro, 11 de Fevereiro de 2026

Lula acredita que a crise norte-americana não deverá causar graves problemas ao Brasil

Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva destacou, na quarta-feira, o ambiente de "tranquilidade" da economia brasileira diante da crise formada no exterior a partir da falta de liqüidez do mercado de hipotecas dos EUA. Ele enfatizou que "a turbulência norte-americana não vai causar problemas ao Brasil". Lula também garantiu não estar preocupado com as variações do dólar, que chegou a R$ 2 ao longo do dia, nesta quarta-feira, e garantiu que o país reúne condições para atravessar sem problemas a recente crise financeira mundial. (Leia Mais) "Não precisou de nenhum ministro meu correr para Washington ou Nova York"

Quarta, 15 de Agosto de 2007 às 14:32, por: CdB

Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva destacou, na quarta-feira, o ambiente de "tranquilidade" da economia brasileira diante da crise formada no exterior a partir da falta de liqüidez do mercado de hipotecas dos EUA. Ele enfatizou que "a turbulência norte-americana não vai causar problemas ao Brasil". Lula também garantiu não estar preocupado com as variações do dólar, que chegou a R$ 2 ao longo do dia, nesta quarta-feira, e garantiu que o país reúne condições para atravessar sem problemas a recente crise financeira mundial.

– O dólar flutuante está flutuando. E o que é importante é que o dólar vai se ajustando na medida em que aeconomia vai exigindo mudanças, por isso que ele é flutuante. A economia vive um momento de tranquilidade enorme e vocês estão percebendo que não precisou de nenhum ministro meu correr para Washington ou Nova York  –, disse Lula, referindo-se às sedes dos organismos internacionais de ajuda financeira.

Lula falou aos jornalistas pouco antes do almoço, no Itamaraty, durante encontro com presidente de Benin, Boni Yaji. O presidente também acredita que os fundamentos da economia brasileira são responsáveis pelo fato de o país não sentir tanto os efeitos da crise.

– Nós estamos com as contas equilibradas, temos reservas suficientes e o dólar vai se ajustando na medida que a economia vai exigindo mudanças – garantiu.

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