Em pouco mais de seis meses, Lugano ganhou espaço que nem ele esperava no São Paulo. O jogador foi o pivô da saída do técnico Oswaldo de Oliveira do São Paulo. Ele se negava a escalar o zagueiro que não indicou. O uruguaio foi escolhido pelo presidente Marcelo Portugal Gouvêa. O dirigente acreditou na sugestão do empresário Juan Figer.
- Eu estou feliz porque sei que as pessoas no Brasil não tinham a menor idéia de quem eu era. E fui conseguindo a confiança de todos. Não é fácil para quem está acostumado com o futebol uruguaio chegar e se adaptar logo ao jeito dos brasileiros - confessa Lugano.
O zagueiro teve de se adaptar às manhas dos atacantes brasileiros.
- São muito espertos. É preciso um tempo para perceber se vão tentar chutar, driblar. O jeito que vão para a bola é diferente. Isso é característico de cada país - explica.
- E eu não falo das divididas. Só a prática mostra se o atacante vai mesmo tentar o drible ou simular uma falta - disse.
Para prazer pessoal de Marcelo Portugal Gouvêa, Lugano mostrou porque foi contratado. É titular absoluto do time.
- Eu já estou me sentindo em casa no São Paulo. A fase da adaptação acabou. Ainda bem - falou.
Rio de Janeiro, 04 de Setembro de 2026
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