Por Rui Martins - Manoel Rangel, presidente da Ancine, prestigia com sua presença a seção Carte Blanche do Festival de Locarno, em parceria com o Cinema do Brasil. Para ele, Locarno é importante para o desenvolvimento do cinema brasileiro com a atual oportunidade oferecida pela Carte Blanche para a finalização de filmes que "confirmam a vitalidade e a variedade do nosso cinema."
O presidente da Ancine em Locarno deu força ao cinema brasileiro ali presente
Manoel Rangel, presidente da Ancine, prestigia com sua presença a seção Carte Blanche do Festival de Locarno, em parceria com o Cinema do Brasil. Para ele, Locarno é importante para o desenvolvimento do cinema brasileiro com a atual oportunidade oferecida pela Carte Blanche para a finalização de filmes que "confirmam a vitalidade e a variedade do nosso cinema."
De acordo com Rangel, "os sete filmes in progres selecionados demonstram a diversidade da cinematografia brasileira em termos de linguagem, de temas, de produtores e de diretores. Além disso, temos filmes na competição bem recebidos e com forte presença de público, isto é um momento de afirmação do cinema nacional e a oportunidade de se mostrar ao mundo o que tem sido feito no Brasil em termos de cinema".
"É também o momento de se ressaltar, diz o presidente da Ancine, o bom momento vivido pelo audiovisual brasileiro com uma presença muito forte dos filmes brasileiros nas salas e na televisão, uma boa participação do mercado, um crescimento e muitos filmes sendo realizados"
Sobre a presença hegemônica dos filmes americanos em todos os países, Manoel Rangel fala que "no Brasil a solução é uma política de Estado de apoio ao desenvolvimento do cinema e de regulação do mercado e estimular a realização de filmes para fazermos um contraponto. Temos feito a nossa parte".
O presidente da Ancine também destaca a presença do filme Aspirantes, entre os sete da Carte Blanche, considerado "muito expressivo e que dialoga com o Brasil, com a realidade e a cultura do povo brasileiro, o que constitui um dado relevante."
Rui Martins, de Locarno, convidado pelo Festival
Ancine: apoio e regulação do mercado de filmes
Manoel Rangel, presidente da Ancine, prestigia com sua presença a seção Carte
Blanche do Festival de Locarno, em parceria com o Cinema do Brasil. Para ele, Locarno é importante para o desenvolvimento do cinema brasileiro com a atual oportunidade oferecida pela Carte Blanche para a finalização de filmes que "confirmam a vitalidade e a variedade do nosso cinema."
Para ele, "os sete filmes in progres selecionados demonstram a diversidade da
cinematografia brasileira em termos de linguagem, de temas, de produtores e de
diretores. Além disso, temos filmes na competição bem recebidos e com forte
presença de público, isto é um momento de afirmação do cinema nacional e a
oportunidade de se mostrar ao mundo o que tem sido feito no Brasil em termos
de cinema".
"É também o momento de se ressaltar, diz o presidente da Ancine, o bom
momento vivido pelo audiovisual brasileiro com uma presença muito forte dos
filmes brasileiros nas salas e na televisão, uma boa participação do mercado,
um crescimento e muitos filmes sendo realizados"
Sobre a presença hegemônica dos filmes americanos em todos os países,
Manoel Rangel fala que "no Brasil a solução é uma política de Estado de apoio
ao desenvolvimento do cinema e de regulação do mercado e estimular a
realização de filmes para fazermos um contraponto. Temos feito a nossa parte".
O presidente da Ancine também destaca a presença do filme Aspirantes, entre
os sete da Carte Blanche, considerado "muito expressivo e que dialoga com o
Brasil, com a realidade e a cultura do povo brasileiro, o que constitui um dado
relevante."
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