Rio de Janeiro, 09 de Setembro de 2026

Locarno - Ancine regula o mercado de filmes

Por Rui Martins - Manoel Rangel, presidente da Ancine, prestigia com sua presença a seção Carte Blanche do Festival de Locarno, em parceria com o Cinema do Brasil. Para ele, Locarno é importante para o desenvolvimento do cinema brasileiro com a atual oportunidade oferecida pela Carte Blanche para a finalização de filmes que "confirmam a vitalidade e a variedade do nosso cinema."

Quarta, 13 de Agosto de 2014 às 09:00, por: CdB
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O presidente da Ancine em Locarno deu força ao cinema brasileiro ali presente
Manoel Rangel, presidente da Ancine, prestigia com sua presença a seção Carte Blanche do Festival de Locarno, em parceria com o Cinema do Brasil. Para ele, Locarno é importante para o desenvolvimento do cinema brasileiro com a atual oportunidade oferecida pela Carte Blanche para a finalização de filmes que "confirmam a vitalidade e a variedade do nosso cinema." De acordo com Rangel, "os sete filmes in progres selecionados demonstram a diversidade da cinematografia brasileira em termos de linguagem, de temas, de produtores e de diretores. Além disso, temos filmes na competição bem recebidos e com forte presença de público, isto é um momento de afirmação do cinema nacional e a oportunidade de se mostrar ao mundo o que tem sido feito no Brasil em termos de cinema". "É também o momento de se ressaltar, diz o presidente da Ancine, o bom momento vivido pelo audiovisual brasileiro com uma presença muito forte dos filmes brasileiros nas salas e na televisão, uma boa participação do mercado, um crescimento e muitos filmes sendo realizados" Sobre a presença hegemônica dos filmes americanos em todos os países, Manoel Rangel fala que "no Brasil a solução é uma política de Estado de apoio ao desenvolvimento do cinema e de regulação do mercado e estimular a realização de filmes para fazermos um contraponto. Temos feito a nossa parte". O presidente da Ancine também destaca a presença do filme Aspirantes, entre os sete da Carte Blanche, considerado "muito expressivo e que dialoga com o Brasil, com a realidade e a cultura do povo brasileiro, o que constitui um dado relevante." Rui Martins, de Locarno, convidado pelo Festival Ancine: apoio e regulação do mercado de filmes Manoel Rangel, presidente da Ancine, prestigia com sua presença a seção Carte Blanche do Festival de Locarno, em parceria com o Cinema do Brasil. Para ele, Locarno é importante para o desenvolvimento do cinema brasileiro com a atual oportunidade oferecida pela Carte Blanche para a finalização de filmes que "confirmam a vitalidade e a variedade do nosso cinema." Para ele, "os sete filmes in progres selecionados demonstram a diversidade da cinematografia brasileira em termos de linguagem, de temas, de produtores e de diretores. Além disso, temos filmes na competição bem recebidos e com forte presença de público, isto é um momento de afirmação do cinema nacional e a oportunidade de se mostrar ao mundo o que tem sido feito no Brasil em termos de cinema". "É também o momento de se ressaltar, diz o presidente da Ancine, o bom momento vivido pelo audiovisual brasileiro com uma presença muito forte dos filmes brasileiros nas salas e na televisão, uma boa participação do mercado, um crescimento e muitos filmes sendo realizados" Sobre a presença hegemônica dos filmes americanos em todos os países, Manoel Rangel fala que "no Brasil a solução é uma política de Estado de apoio ao desenvolvimento do cinema e de regulação do mercado e estimular a realização de filmes para fazermos um contraponto. Temos feito a nossa parte". O presidente da Ancine também destaca a presença do filme Aspirantes, entre os sete da Carte Blanche, considerado "muito expressivo e que dialoga com o Brasil, com a realidade e a cultura do povo brasileiro, o que constitui um dado relevante." Clique aqui para Responder Clique aqui para Responder
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