LinkedIn aumenta demanda por serviços de contratação
A LinkedIn Corp, operadora da maior rede social do mundo para profissionais, divulgou lucro e receita trimestral melhores que o esperado, com a demanda
O LinkedIn tem comprado empresas, ampliado sua equipe de vendas e investido fortemente para aumentar sua presença em mercados de fora dos Estados Unidos, incluindo a China
Por Redação, com Reuters - de Nova York:
A LinkedIn Corp, operadora da maior rede social do mundo para profissionais, divulgou lucro e receita trimestral melhores que o esperado, com a demanda crescendo por seus serviços para contratações e a empresa elevando suas estimativas para 2016.
O LinkedIn tem comprado empresas, ampliado sua equipe de vendas
A receita do negócio de soluções para talentos da empresa, que conecta recrutadores e candidatos a empregos, saltou 41 %, para US$ 558 milhões no primeiro trimestre. O negócio corresponde a quase dois terços da receita total da empresa.
O LinkedIn tem comprado empresas, ampliado sua equipe de vendas e investido fortemente para aumentar sua presença em mercados de fora dos Estados Unidos, incluindo a China.
A empresa elevou sua estimativa de lucro ajustado para o ano todo de US$ 3,30 a US$ 3,40 por ação, ante US$ 3,05 a US$ 3,20. A companhia também elevou sua previsão de receita para US$ 3,65 bilhões a US$ 3,70 bilhões, ante US$ 3,60 bilhões a US$ 3,65 bilhões.
O prejuízo líquido atribuível ao LinkedIn se ampliou para US$ 45,8 milhões, ou US$ 0,35 por ação, no trimestre encerrado em 31 de março, ante US$ 42,5 milhões, ou US$ 0,34 por ação, um ano antes, com os custos subindo 41,5 %.
A receita saltou 35 %, para US$ 860,7 milhões.
Panasonic
A Panasonic previu que seu lucro vai cair no atual ano fiscal, em meio ao crescimento mais lento nos mercados emergentes e investimentos previstos em tecnologias automotivas e produtos eletrônicos especializados.
A empresa disse que espera lucro operacional de 375 bilhões de ienes (equivalentes a US$ 2,86 bilhões) no ano que termina em março, ante 416 bilhões de ienes no ano anterior.
A Panasonic havia sinalizado perspectivas mais fracas no mês passado, mostrando que mesmo uma das maiores empresas de eletrônicos de consumo do Japão está lutando para crescer em meio a gastos mais fracos de consumidores domésticos e exportações mais lentas para a China.
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