Rio de Janeiro, 15 de Agosto de 2026

Lindsay Lohan sai da reabilitação para a barra dos tribunais, por furto

A atriz Lindsay Lohan mal saiu da reabilitação e já enfrenta mais um problema. Na última semana, a loira foi acusada de roubar um colar de US$ 2.500 de uma loja em Venice, na Califórnia. Segundo o site TMZ, a estrela de Meninas Malvadas pode responder legalmente pelo furto.

Sábado, 05 de Fevereiro de 2011 às 19:31, por: CdB
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A atriz Lindsay Lohan mal saiu da reabilitação e já enfrenta mais um problema. Na última semana, a loira foi acusada de roubar um colar de US$ 2.500 de uma loja em Venice, na Califórnia. Segundo o site TMZ, a estrela de Meninas Malvadas pode responder legalmente pelo furto. Se Lindsay for considerada culpada pela Justiça, poderá enfrentar até três anos de prisão. A atriz garante que seu estilista esqueceu de devolver o colar para Kamofie&Company. A loja teria emprestado o colar para a atriz no dia 22 de janeiro. A polícia de Los Angeles deve oficializar a queixa na segunda-feira. Lohan completou recentemente uma estadia no Centro Betty Ford, sua quinta internação em clínicas de reabilitação em três anos. Ela foi reprovada em um exame de drogas enquanto estava em liberdade condicional, depois de ser condenada em 2007 por dirigir sob o efeito de drogas e álcool. Narus, uma subsidiária da Boeing Corporation, vendeu equipamentos ao Egito para permitir uma “inspeção profunda de pacote” (DPI, em sua sigla em inglês), segundo Tim Karr, do grupo de política de mídia Free Press. Karr disse que a tecnologia da Narus “permite às empresas egípcias de telecomunicações ver as mensagens de texto dos telefones celulares e identificar o tipo de vozes dissidentes que existem. Também fornece ferramentas tecnológicas para localizar essas mensagens geograficamente e rastreá-las”. Mubarak prometeu não se apresentar como candidato à reeleição em setembro. Mas o povo do Egito exige que ele saia agora. Como durou 30 anos? Talvez isso possa ser explicado melhor quando consideramos uma advertência feita por um general do exército dos EUA há 50 anos, o presidente Dwight D. Eisenhower, que disse: “Devemos tratar de evitar que o complexo militar-industrial adquira influência injustificada, seja ela buscada ou não”. Esse complexo mortal não é um perigo apenas para a democracia em nível nacional, mas também quando apoia déspotas no estrangeiro.
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