Rio de Janeiro, 15 de Agosto de 2026

Líderes africanos vão à Líbia tentar cessar-fogo

Um grupo de cinco líderes africanos, liderado pelo presidente da África do Sul, Jacob Zuma, foi à Líbia para se reunir com o líder Muammar Gaddafi e com os rebeldes para tentar fechar um cessar-fogo no país. Fazem parte da comitiva, além de Zuma, os presidentes da República Democrática do Congo, da Mauritânia, do Mali e de Uganda.

Domingo, 10 de Abril de 2011 às 07:05, por: CdB
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Um grupo de cinco líderes africanos, liderado pelo presidente da África do Sul, Jacob Zuma, foi à Líbia para se reunir com o líder Muammar Gaddafi e com os rebeldes para tentar fechar um cessar-fogo no país. Fazem parte da comitiva, além de Zuma, os presidentes da República Democrática do Congo, da Mauritânia, do Mali e de Uganda. O grupo deve se reunir com Gaddafi na capital, Trípoli, e então se dirigir a Benghazi, onde vão se encontrar com representantes do movimento rebelde. A União Africana pediu o fim imediato dos confrontos na Líbia e propôs um período de transição para implementar reformas políticas no país. Um porta-voz dos rebeldes afirmou que o acordo deve incluir a saída de Gaddafi e de seus filhos do poder. Pelo segundo dia, a cidade de Ajdabiya enfrenta confrontos violentos entre as forças do líder Muamar Gaddafi e os rebeldes. Ajdabiya é a última cidade controlada pelos opositores de Gaddafi no leste antes de se chegar ao bastião rebelde de Benghazi e está em um ponto estratégico, que dá acesso a grandes áreas controladas pelos rebeldes. As forças do governo realizaram novos ataques, vindos do deserto. Os combatentes rebeldes afirmam que estão retomando o controle da cidade. A aliança militar ocidental (Otan), por sua vez, informou neste domingo que suas aeronaves conseguiram destruir 15 tanques do governo que cercavam a cidade de Misrata, no oeste da Líbia. Trinta e quatro nações estão envolvidas nas operações internacionais na Líbia, atualmente comandadas pela Otan. De acordo com a resolução da Organização das Nações Unidas (ONU), a missão é proteger os civis.
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