Rio de Janeiro, 30 de Agosto de 2026

Líder do EI morre em bombardeio russo na Síria, diz fonte

Um dos líderes principais do Estado Islâmico na Síria pode ter sido morto nesta quinta-feira, durante bombardeios aéreos realizados pela Rússia

Quinta, 15 de Outubro de 2015 às 11:41, por: CdB
Por Redação, com Sputnik-Brasil - de Homs, Síria Um dos líderes principais do Estado Islâmico na Síria pode ter sido morto nesta quinta-feira, durante bombardeios aéreos realizados pela Força Aeroespacial russa, há algumas horas, em uma região do país dominada pela ação dos extremistas islâmicos. Dados  preliminares apontam que Abu Bakr al-Shishani, de origem chechena, ocupava um cargo importante no califado instaurado em três países do Oriente Médio.
umar-al-shishani-abu.jpgAbu Bakr al-Shishani teria sido morto durante um ataque aéreo comandado pela Rússia
– Um ataque aéreo russo realizado na província de Homs, nas últimas 24 horas, destruiu um grupo de militantes no qual se encontrava o checheno Abu Bakr al-Shishani, líder do grupo fundamentalista Ashrar al-Sham – afirmou a fonte à agência russa de notícias Sputnik. Questão síria Segundo o professor professor de Direito Internacional da Fundação Getúlio Vargas (FGV/SP) Salem Nasser, há um novo desenho geopolítico no Oriente Médio, após o ingresso das forças russas no cenário em que os EUA apoiam grupos contrários ao presidente sírio, Bashar Al Assad, mas perdem prestígio mundial por não combater o EI. "A Rússia entrou então em força na guerra síria. A questão talvez mais importante da política internacional nestes últimos anos sofrerá transformações profundas. O equilíbrio de forças no Oriente Médio e no mundo está sendo refeito. Mas entre nós a notícia não é essa. A notícia é a reação dos Estados Unidos à entrada da Rússia, o que os Estados Unidos disseram que pensam sobre o assunto. A notícia é que os Estados Unidos não gostaram, que eles acham que os ataques russos fortalecerão o Estado Islâmico, que causarão a fúria dos sunitas moderados… O mesmo pensam, ou dizem que pensam, o Reino Unido, a França, a Otan", afirma Nasser.
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