Lady Gaga mistura referências em terceiro disco de estúdio
"Artpop", o terceiro disco de estúdio de Lady Gaga, já pode ser ouvido oficialmente no iTunes. E logo na primeira audição nota-se: a cantora, que começou a carreira compondo para outros artistas pop, vai continuar nas paradas do sucesso.
Lady Gaga
"Artpop", o terceiro disco de estúdio de Lady Gaga, já pode ser ouvido oficialmente no iTunes. E logo na primeira audição nota-se: a cantora, que começou a carreira compondo para outros artistas pop, vai continuar nas paradas do sucesso.
Lady Gaga entrega 15 canções extremamente dançantes, guiadas pelo house e pelo electro, já característicos de sua música. No quesito pista, "Venus" e "G.U.Y". vão deixar os fãs loucos com batidas frenéticas. Mas em busca de algum frescor, Gaga e seu time imenso de produtores foram atrás de algumas pitadas discretas de outros gêneros.
As letras não são grandes arroubos. Tem canções sobre moda ("Donatella", cuja a musa é a estilista herdeira da Versace, e "Fashion!"); sobre estilo de vida da loucura e diversão ("Mary Jane Holland"); ou sobre dependência química comparada à falta de uma pessoa ("Dope", uma balada com sintetizadores enigmática).
A faixa-título poderia, enfim, revelar a ideia por trás do disco, até então oculta, mas é a que menos impressiona e poderia estar em qualquer álbum anterior da cantora, como sobra. Na letra, ela pede para os ouvintes virem sem "subtextos e fantasias". "Minha Artpop pode significar qualquer coisa", canta.
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