Justiça suspende julgamento de Fernandinho Beira-Mar
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro suspendeu o julgamento do traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, previsto para acontecer no dia 26 de agosto no Tribunal do Júri de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O Ministério Público Estadual (MP-RJ) fez um pedido ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) para que ele seja julgado na cidade do Rio de Janeiro, por questão de segurança.
A Justiça Estadual então optou por suspender o julgamento até que o STJ opine sobre o pedido do MP-RJ
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro suspendeu o julgamento do traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, previsto para acontecer no dia 26 de agosto no Tribunal do Júri de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O Ministério Público Estadual (MP-RJ) fez um pedido ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) para que ele seja julgado na cidade do Rio de Janeiro, por questão de segurança.
A Justiça Estadual então optou por suspender o julgamento até que o STJ opine sobre o pedido do MP-RJ. O Ministério Público suspeita que haja um plano para resgatar Fernandinho Beira-Mar durante o julgamento em Caxias, cidade de origem do réu, apontado pela polícia como um dos líderes da principal facção criminosa do Rio de Janeiro.
Além disso, o MP acredita que o poder intimidatório do réu influencie os jurados. Beira-Mar já está preso há 12 anos e foi condenado há 200 anos por vários crimes. Desta vez, será julgado pelo assassinato e tortura do estudante Michel Anderson Nascimento dos Santos, que teve os pés, as mãos e orelhas decepadas antes de morrer em 1999, na Favela Beira-Mar, em Duque de Caxias.
Operação contra tráfico
A Polícia Militar (PM) fez uma operação com grande contingente desde o início da manhã desta quinta-feira contra o tráfico de drogas nas comunidades de Acari, do Vigário Geral e da Parada de Lucas, na Zona Norte do Rio. Na ação, um homem foi ferido e morreu ao ser levado para o Hospital Carlos Chagas, em Marechal Hermes. Foram apreendidos 200 quilos de maconha, além de coletes à prova de bala. A droga foi localizada com auxílio de cães farejadores.
A PM usou helicópteros, cães farejadores, blindados e um número não revelado de policiais na busca pelos esconderijos de criminosos, de armas e drogas. O Comando de Operações Especiais da PM, formado pelo Batalhão de Operações Especiais, Batalhão de Choque e o Batalhão de Ação com Cães participaram do cerco as comunidades. A ação prosseguiu e não tem prazo para terminar.
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