Rio de Janeiro, 17 de Setembro de 2026

Justiça nega pedido de habeas a acusados de matar Amarildo

Foi negado o pedido de habeas corpus para os acusados de tortura e morte do pedreiro Amarildo de Souza por unanimidade pelos desembargadores da 8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio.

Segunda, 25 de Novembro de 2013 às 11:36, por: CdB
amarildo3.jpg
Foi negado o pedido de habeas corpus para os acusados de tortura e morte do pedreiro Amarildo de Souza
Foi negado o pedido de habeas corpus para os acusados de tortura e morte do pedreiro Amarildo de Souza por unanimidade pelos desembargadores da 8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio. Desta forma, Marlon Campos Reis, Jorge Luiz Gonçalves Coelho, Victor Vinicius Pereira da Silva e Douglas Roberto Vital Machado vão continuar presos. O ajudante de pedreiro desapareceu no dia 14 de julho na Rocinha, na Zona Sul do Rio. Além do pedido de habeas corpus, os advogados dos suspeitos pediam o trancamento da ação penal por falta de justa causa, por falta de provas de autoria do crime, e fixação de medidas cautelares alternativas à prisão, de acordo com o artigo 319 do Código de Processo Penal. Segundo o documento assinado pelo desembargador Marcus Quaresma Ferraz, os bons antecedentes não são suficientes para a liberação dos suspeitos. - Impende destacar que condições pessoais favoráveis, tais como bons antecedentes, primariedade, residência fixa e exercício de atividade laborativa lícita, não têm o condão de, por si, garantir a liberdade dos que sofrem a persecução penal instaurada pelo Estado, se restam evidenciados nos autos fundamentos que recomendam a manutenção da prisão preventiva. Ferraz afirma que “as medidas cautelares alternativas não são suficientes à proteção dos meios e fins do processo principal”. Suspeito de matar mulher  é preso no Rio Um homem suspeito de ter assassinado a namorada a facadas em 2011 em Santa Catarina foi preso por policiais do Batalhão de Choque (BPChq) nesta segunda-feira, na Lapa, Região Central do Rio. Ele foi preso com documento falso. As informações são da Polícia Civil. Juasley Iusf Batista, de 30 anos, foi abordado na Rua do Passeio por PMs que desconfiaram de atitude suspeita. Inicialmente, ele se apresentou Filipi Anderson Pinto Costa. No entanto, os policiais perceberam que uma foto estava colada sobre outra no documento. Ele foi encaminhado à 5ª DP (Mem de Sá), onde policiais descobriram a autoria do crime contra a ex-namorada Monique Amaral, de 37 anos, que foi morta há facadas. Contra ele, havia um mandado de prisão expedido pela Justiça. De acordo com informações do portal G1. Juasley responderá também por falsificação de documento. Juasley será levado para o presidio Patricia Acioly, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, e deverá ser transferido para Santa Catarina.  
Tags:
Edições digital e impressa