Rio de Janeiro, 30 de Janeiro de 2026

Justiça nega liberdade a detidos na Operação Xeque-Mate

Sexta, 15 de Junho de 2007 às 16:18, por: CdB

O desembargador Carlos Stephanini, da 2ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul negou os três primeiros pedidos de liminares contra a prisão de membros da chamada máfia dos caça-níqueis.

Antônio Aparecido Ferreira, Ana Paula Gatti Vital e Dirceu Garcia de Oliveira, todos acusados por formação de quadrilha e crimes de estelionato, entraram na Justiça contra as detenções e tiveram seus pedidos negados.

Segundo o despacho do magistrado, os acusados estão presos em razão da prisão preventiva, "que foi decretada com a devida fundamentação", e não da temporária. Eles fazem parte de um grupo de 19 presos que tiveram a prisão preventiva decretada pelo juiz da 2ª Vara Criminal Federal de Três Lagoas, Albino Coimbra Neto.

Outros nove tiveram a prisão preventiva decretada pelo juiz Dalton Igor Kita Conrado, da 5ª Vara Federal de Campo Grande. Todos estão recolhidos no Presídio Federal de Campo Grande, com exceção do médico Hércules Mandetta Neto, que por força do benefício da prisão especial, foi transferido hoje para a carceragem da Polícia Federal.

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