A Justiça Federal mandou libertar oito envolvidos na Operação Saúva, que desmontou uma quadrilha que fraudava licitações de alimentos no Amazonas. Entre os libertados estão quatro militares, três empresários e uma professora da secretaria de Educação do Amazonas.
Outros 21 envolvidos tiveram a prisão preventiva prorrogada por mais cinco dias. As fraudes, de acordo com as investigações, também aconteceriam em São Paulo e em Rondônia.
- Os depoimentos revelaram que existe essa possibilidade de ação em outros Estados, mas ainda não há provas concretas - informou Eva Miranda, da assessoria de comunicação da Polícia Federal.
Foram criadas cerca de 30 empresas beneficiadas em processos licitatórios. Dessas, 19 movimentaram cerca de R$ 354 milhões nos últimos seis anos, mas declararam à Receita Federal apenas R$ 27,7 milhões referentes ao mesmo período.